No trilho…

No trilho…

Bom, como estou de férias fico mais relaxada para escrever sobre coisas que no meu dia a dia eu não posso dar muita atenção, porém preciso compartilhar essa última volta de mêtro “inequecível”.

Sabe aquelas quintas que se tornam intermináveis? Então tive uma dessas. Depois de uma quinta que ainda ia prometer e da prova de Cinema, onde fiz uma pergunta idiota, parei para comer um Subway, logo peguei o mêtro mais tarde, fui pensando: a semana vai acabar e eu não tive nada de muito emocionamente para escrever. Na Cinelândia porém, entra Killer ( nome fictício), entrou, saiu, olhou Pavuna-Botafogo e entrou, começou a girar em círculos envolta das pessoas mesmo, depois de cansar andou, andou e parou na minha frente, mais para minha sorte logo duas moças entraram e ficaram na minha frente, ele suava e suava, suas unhas pareciam de um serial killer ( é meio doido, como que era? Sei lá, mais era igual ao dos filmes), uma moça estava na sua frente querendo passar para descer do vagão falou ao pé do ouvido da moça: dá licença, dá licença, eu estou pedindo eu quero passar, eu quero passar. Só ai a mulher se ligou e se afastou. Ele tinha tantos lugares para sair, podia desvia e sair, mais não, queria passar onde a mulher estava parada. E lá se foi ele, pra onde? Eu não sei…

By Laís Rezende

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